HISTÓRIA DA ADOPÇÃO DO APELIDO MARRAFA

Todos os documentos consultados não fazem qualquer referência ao apelido Marrafa até ao ano de de 1859.

Nessa data, no registo do nascimento de JOSÉ, filho de José Joaquim Lopes, consta filho de José Lopes Marrafa e neto de António Lopes Marrafa.

Em 1866, aquando do falecimento da cunhada de António José Lopes (Anna de Jesus) é mencionado: faleceu Anna de Jesus Marrafa.

Anteriormente, no ano de 1849, aquando das partilhas por óbito da esposa de António José Lopes, ele é identificado por este nome assim como a cunhada (Anna de Jesus) que fez o testamento no mesmo dia das referidas partilhas, é identificada sem o apelido Marrafa.

Em 1859, data do nascimento do filho José, já é feita referência a ele com o apelido Marrafa.

A cunhada, quando faleceu em 1866. No registo de óbito consta que faleceu Anna de Jesus Marrafa.

E daí por diante os descendentes desta família passaram a usar o apelido Marrafa. Consultados os registos paroquiais das freguesias circunvizinhas não foi encontrada qualquer referência ao nome Marrafa, pelo que não ficou mostrado como chegou a esta família este apelido.

Alargando as buscas a todo o país foram encontradas famílias com o apelido Marrafa em localidades distantes como Alcácer do Sal, Campo Maior, Évora, Portalegre, Setúbal e outras, não sendo conhecido que tenha havido deslocação de pessoas: o que se veio a verificar só no último século.